ABORDA TEMAS DIVERSOS DOS MEUS ESCRITOS,,,,IGUALMENTE SOBRE HIPNOTISMO, ILUSIONISMO, PARAPSICOLOGIA....
12/24/2009
11/30/2009
CRISE

COISAS COM CRISE
Quando o sono não nos leva para uma completa reciclagem e a vontade de estar desperto nos favorece a corrente de pensamentos, apetece ficar à espera de mensagens de uma qualquer galáxia que nos indique um caminho que nos leve a novas descobertas ou a soluções para resolução do que temos ainda para solucionar. Talvez seja uma ideia errada procuramos na noite o que o dia não se disponibiliza a dar mas, por outro lado, sentido a paz e a tranquilidade que a parte nocturna nos transmite, não seremos tão atacados pelo lixo tão poluente de conversas e observações que nos acompanham um pouco por toda o lado que, mais coisa menos coisa, vai ter sempre à questão mais
abordada nos últimos tempos e que em português tem um nome sonante pela negativa, denominado de crise!
Não, não encontrei qualquer solução, pelo menos, por enquanto, não querendo isto dizer que não possa acontecer ainda, porque faltam três horas até que o galo cante. Os galos sempre cantam, anunciando o alvorecer, o que corresponde para muitos ao erguer ou ao despertar para sentirmos de novo ao que os matutinos se referem. Para grande espanto de muitos (pausa para rir), os jornais voltam a falar de crise e seguem-se as rádios, as televisões. Toda esta informação, faz com que as conversas não saem disto e, como tal, o corpo do indivíduo reclama cada vez mais por paz, o que pode encontrar em algumas horas da noite.
É evidente que esta conversa não nos leva a algum lugar e nada, absolutamente nada resolve mas, como bom português que sou (linguagem de político, não a minha), até minimiza os efeitos desta situação, se nos rirmos dela.
Certamente já ouviram os nossos humoristas basearem o seu desempenho, tendo como pano de fundo a crise, os bancários ou os políticos. Tudo isto inspira muitos artistas
e até os poetas, trocam os poemas de amor por poemas que referem a crise. Quer isto dizer, que rir continua a ser o melhor remédio, já que para ela, não me parece que haja solução imediata.
Estas crises, influenciam-nos a tal ponto que, eu próprio, vinha falar sobre a noite e, sem me aperceber, comecei a comentar a crise.
Há, como achei piada saber que o Sr. Presidente da República passa horas por dia a responder a e-mails dos cidadãos. Só para ter uma resposta de Sua Excelência, o presidente deste país, caído num buraco sem fundo, vale a pena ser português. É mais valioso receber um e-mail do que um autógrafo de tão proeminente figura e, daqui a uns anos, até ajuda nesta ou noutra crise, quando forem vendidos em leilões da internet.
Faz-me até lembrar, a quase Santa Lúcia que, pelo que dizem, era viciada nestas tecnologias electrónicas. Será que chegou a enviar algum e-mail às entidades celestiais a pedir para nos aliviar da actual crise?
Desculpem de, volta na volta, estar a falar no mesmo assunto mas, como toda a gente, sou influenciado, consciente ou inconscientemente, por esta virose que, não mais quero referir.
Como os supersticiosos, falar de certas coisas, dá azar e os positivistas que defendem teorias tipo “ O Segredo” acham que podemos desenvolver as leis da atracção e, como tal, tanto podemos atrair o lado bom ou o lado mau das coisas…
Por isso, volto a dizer de forma peremptória, não falo mais na crise!
Quando o sono não nos leva para uma completa reciclagem e a vontade de estar desperto nos favorece a corrente de pensamentos, apetece ficar à espera de mensagens de uma qualquer galáxia que nos indique um caminho que nos leve a novas descobertas ou a soluções para resolução do que temos ainda para solucionar. Talvez seja uma ideia errada procuramos na noite o que o dia não se disponibiliza a dar mas, por outro lado, sentido a paz e a tranquilidade que a parte nocturna nos transmite, não seremos tão atacados pelo lixo tão poluente de conversas e observações que nos acompanham um pouco por toda o lado que, mais coisa menos coisa, vai ter sempre à questão mais
abordada nos últimos tempos e que em português tem um nome sonante pela negativa, denominado de crise!
Não, não encontrei qualquer solução, pelo menos, por enquanto, não querendo isto dizer que não possa acontecer ainda, porque faltam três horas até que o galo cante. Os galos sempre cantam, anunciando o alvorecer, o que corresponde para muitos ao erguer ou ao despertar para sentirmos de novo ao que os matutinos se referem. Para grande espanto de muitos (pausa para rir), os jornais voltam a falar de crise e seguem-se as rádios, as televisões. Toda esta informação, faz com que as conversas não saem disto e, como tal, o corpo do indivíduo reclama cada vez mais por paz, o que pode encontrar em algumas horas da noite.
É evidente que esta conversa não nos leva a algum lugar e nada, absolutamente nada resolve mas, como bom português que sou (linguagem de político, não a minha), até minimiza os efeitos desta situação, se nos rirmos dela.
Certamente já ouviram os nossos humoristas basearem o seu desempenho, tendo como pano de fundo a crise, os bancários ou os políticos. Tudo isto inspira muitos artistas
e até os poetas, trocam os poemas de amor por poemas que referem a crise. Quer isto dizer, que rir continua a ser o melhor remédio, já que para ela, não me parece que haja solução imediata.
Estas crises, influenciam-nos a tal ponto que, eu próprio, vinha falar sobre a noite e, sem me aperceber, comecei a comentar a crise.
Há, como achei piada saber que o Sr. Presidente da República passa horas por dia a responder a e-mails dos cidadãos. Só para ter uma resposta de Sua Excelência, o presidente deste país, caído num buraco sem fundo, vale a pena ser português. É mais valioso receber um e-mail do que um autógrafo de tão proeminente figura e, daqui a uns anos, até ajuda nesta ou noutra crise, quando forem vendidos em leilões da internet.
Faz-me até lembrar, a quase Santa Lúcia que, pelo que dizem, era viciada nestas tecnologias electrónicas. Será que chegou a enviar algum e-mail às entidades celestiais a pedir para nos aliviar da actual crise?
Desculpem de, volta na volta, estar a falar no mesmo assunto mas, como toda a gente, sou influenciado, consciente ou inconscientemente, por esta virose que, não mais quero referir.
Como os supersticiosos, falar de certas coisas, dá azar e os positivistas que defendem teorias tipo “ O Segredo” acham que podemos desenvolver as leis da atracção e, como tal, tanto podemos atrair o lado bom ou o lado mau das coisas…
Por isso, volto a dizer de forma peremptória, não falo mais na crise!
MUDANÇA
MUDANÇA
Esta é a altura que mais sugere mudança. Mudar parece ser a palavra de ordem. Mudar para melhor, obviamente. Parece que toda a gente quer mudar, desejando transformar ideias e comportamentos negativos em energias positivas. Mas o ser está constantemente em mudança, mesmo que não se aperceba. Ninguém é o mesmo, de momento para momento, só a memória identifica o indivíduo, embora a transformação seja lenta, tal como o ponteiro dos segundos nos relógios do tempo que, por mais que estejamos com atenção, não conseguimos ver a sua marcha. A nível de células acontece o mesmo. Elas estão permanentemente a transformar o ser, mas quem está a vê-lo, de forma assídua, não se apercebe dessa transformação.
Mas não é propriamente destas mutações que a minha pena quer escrever, mas sim sobre a mudança do ser e do meio que o envolve. Nesta base, veja-se a quantidade de argumentos que são apresentados, quer em livros, quer em palestras, em cursos e nos diferentes meios de comunicação. Mas a mudança, embora necessária, acarreta riscos. São os casais e os desentendimentos, as famílias, os empregos e desempregos e em tudo o que achamos que mudar para melhor nos pode trazer a felicidade.
“ Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança
Tomando sempre novas qualidades.” – Luís de Camões.
Confúcio acha que, quem pretenda felicidade e sabedoria constantes, deverá habituar-se a mudanças frequentes e, Heraclito diz que o Sol renova-se todos dias, não deixando por isso de ser eternamente novo.
Nada é permanente, excepto a mudança.
Não podes banhar-te duas vezes no mesmo rio, pois novas águas correm sobre ti.
Tudo flui, nada permanece, conclui!
Os que se consideram desfavorecidos lutam para mudarem de vida, para terem outras condições, de forma a se sentirem iguais aos que estão bem e, os iguais lutam para superarem aos que estão em condições semelhantes.
Quando operamos mudanças dentro de nós, igualmente elas surgem no exterior, como as que se operam no exterior nos transformam e nos indiciam caminhos de mudança. Sem mudança não existe progresso, mas aquilo a que chamamos progresso também nos pode levar a regredir, fazendo-nos passar por situações de estagnação e desespero, por não termos ou não sabermos gerir esse progresso ou pelo choque que nos pode causar.
A certeza porém, é que ninguém muda ninguém, mas pode-nos influenciar numa qualquer mudança. Também existem coisas boas e coisas más que estão adormecidas dentro do indivíduo e que podem despertar ao fim de muitos anos. A renovação é tida como um dos maiores prazeres, havendo quem diga que se trata do verdadeiro progresso. Nada perece no Universo, mas isso não significa que as coisas não se transformem. A transformação é uma lei imutável e, na sua caminhada progressiva provoca a renovação e evidentemente a mudança. A mudança é, não só necessária como obrigatória. É uma norma da natureza, com condicionantes cósmicas. Sendo também verdade que não se muda quando se quer nem como se quer. Mudar o quadro mental das coisas, é pelo menos uma tentativa. No mínimo, escreva e concentre-se naquilo que se propõe mudar, visualize e sinta que dentro de si está a fonte dessa mudança. Tenha sempre algo forte como modelo ou como objectivo e deixe que o milagre aconteça!
Esta é a altura que mais sugere mudança. Mudar parece ser a palavra de ordem. Mudar para melhor, obviamente. Parece que toda a gente quer mudar, desejando transformar ideias e comportamentos negativos em energias positivas. Mas o ser está constantemente em mudança, mesmo que não se aperceba. Ninguém é o mesmo, de momento para momento, só a memória identifica o indivíduo, embora a transformação seja lenta, tal como o ponteiro dos segundos nos relógios do tempo que, por mais que estejamos com atenção, não conseguimos ver a sua marcha. A nível de células acontece o mesmo. Elas estão permanentemente a transformar o ser, mas quem está a vê-lo, de forma assídua, não se apercebe dessa transformação.
Mas não é propriamente destas mutações que a minha pena quer escrever, mas sim sobre a mudança do ser e do meio que o envolve. Nesta base, veja-se a quantidade de argumentos que são apresentados, quer em livros, quer em palestras, em cursos e nos diferentes meios de comunicação. Mas a mudança, embora necessária, acarreta riscos. São os casais e os desentendimentos, as famílias, os empregos e desempregos e em tudo o que achamos que mudar para melhor nos pode trazer a felicidade.
“ Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança
Tomando sempre novas qualidades.” – Luís de Camões.
Confúcio acha que, quem pretenda felicidade e sabedoria constantes, deverá habituar-se a mudanças frequentes e, Heraclito diz que o Sol renova-se todos dias, não deixando por isso de ser eternamente novo.
Nada é permanente, excepto a mudança.
Não podes banhar-te duas vezes no mesmo rio, pois novas águas correm sobre ti.
Tudo flui, nada permanece, conclui!
Os que se consideram desfavorecidos lutam para mudarem de vida, para terem outras condições, de forma a se sentirem iguais aos que estão bem e, os iguais lutam para superarem aos que estão em condições semelhantes.
Quando operamos mudanças dentro de nós, igualmente elas surgem no exterior, como as que se operam no exterior nos transformam e nos indiciam caminhos de mudança. Sem mudança não existe progresso, mas aquilo a que chamamos progresso também nos pode levar a regredir, fazendo-nos passar por situações de estagnação e desespero, por não termos ou não sabermos gerir esse progresso ou pelo choque que nos pode causar.
A certeza porém, é que ninguém muda ninguém, mas pode-nos influenciar numa qualquer mudança. Também existem coisas boas e coisas más que estão adormecidas dentro do indivíduo e que podem despertar ao fim de muitos anos. A renovação é tida como um dos maiores prazeres, havendo quem diga que se trata do verdadeiro progresso. Nada perece no Universo, mas isso não significa que as coisas não se transformem. A transformação é uma lei imutável e, na sua caminhada progressiva provoca a renovação e evidentemente a mudança. A mudança é, não só necessária como obrigatória. É uma norma da natureza, com condicionantes cósmicas. Sendo também verdade que não se muda quando se quer nem como se quer. Mudar o quadro mental das coisas, é pelo menos uma tentativa. No mínimo, escreva e concentre-se naquilo que se propõe mudar, visualize e sinta que dentro de si está a fonte dessa mudança. Tenha sempre algo forte como modelo ou como objectivo e deixe que o milagre aconteça!
11/19/2009
MAGIA NAS FESTAS DE NATAL
AS FESTAS DE NATAL SURGEM UM POUCO POR TODO PAÍS...PROF.HERRERO É UM DOS ILUSIONISTAS VOCACIONADOS PARA TAIS EVENTOS, QUER PARA CRIANÇAS, QUER PARA ADULTOS, COM A DIVERSIFICAÇÃO DE NÚMEROS QUE APRESENTA, QUER COM UM SHOW ONDE APRESENTA UM BELÍSSIMO NÚMERO COM UMA ARARA, QUER COM MANIPILAÇÃO DE ROLAS, QUER AINDA COM SOBERBAS LEVITAÇÕES....PICKPOKET( CARTEIRISTA DE PALCO)...NUMA SIMBIOSE DE LUZ, COR A MAGIA....
CONTACTOS: TLMS: 917811955 OU 963260090
CONTACTOS: TLMS: 917811955 OU 963260090
11/07/2009
31º JANTAR DOS 13 CONTRA O MEDO A SUPERSTIÇÃO E O AGOURO
LUTA CONTRA O CHARLATANISMO
UMA CRIAÇÃO de PROF. HERRERO: ILUSIONISTA, ESCRITOR, PARAPSICÓLOGO, HIPNOTIZADOR E FAQUIR.
Em 13 de Novembro de 2009 – SEXTA-FEIRA 13 – Prof. Herrero organiza a 31º JANTAR DOS 13,evento que atrai seguidores, não só de Portugal mas também de outros países. Considerado uma tradição, o jantar dos 13 é o único evento que se tornou numa verdadeira luta, não só contra a superstição, bruxaria e crenças nocivas que condicionam o ser humano, prejudicando-o no seu bem estar psicológico, físico, económico, como também se tornou na maior luta contra o charlatanismo e falsos iluminados. Como é habitual, os participantes vestem de preto, e sentam-se em mesas de 13, onde os talheres se encontram cruzados, o sal entornado, espelhos partidos e um sem número de objectos e animais (gatos pretos, iguanas gigantes, cobras, mochos) entre outros, ligados ao mundo da superstição, no qual se inclui A BRUXARIA e outras crenças consideradas nefastas para a mente humana.
Num ambiente algo macabro mas também de festa, os convivas passam por baixo de um escadote, seguindo-se a passagem pelo túnel do terror, até entrarem na sala que se encontra rigorosamente decorada, basicamente em negro e com imensos símbolos ligados ao mundo da superstição, como guarda-chuvas abertos, o morto no caixão, etc.
Num ambiente que o nosso imaginário associa às chamadas casas assombradas, encontram-se imensas velas acesas, grandes candelabros e outros adereços considerados pertença do mundo do oculto. O cheiro a incenso e as muitas e enormes teias de aranha, bem como os sons de arrepiar, ora vindos de cânticos gregorianos ora das mais variadas situações gravadas nos arquetípicos do inconsciente colectivo, levam os convivas a entrarem num mundo onde se confrontam com os seus irracionais medos…
PORQUÊ TUDO ISTO?
Porque demonstramos desta maneira que não somos dominados pelo medo daquilo que os supersticiosos receiam e isso, só é possível em situações com num ambiente como este, criado no jantar dos 13.É importante que esta mensagem seja divulgada e repetida pela comunicação social: de que as crenças supersticiosas estão a mais nas vidas das pessoas, para que, cada vez mais gente siga o nosso exemplo.
Nesta edição contaremos com artistas bastantes conceituados.
O delicioso jantar gastronomicamente cuidado, é especialmente “confeccionado” para o efeito:
Pão Bolorento;
Sopa de osgas
Bacalhau dos espíritos errantes
Carne de gato preto com arroz de excrementos do mesmo animal;
Grãos endiabrados; pipis de testículos de bode preto
Camarão do Mar Morto; paté de corvo; feijão ao frade demoníaco
Vinhos: Sangue de Drácula e Mistela de Morcego;
Sobremesas com ranho de lesmas do cemitério
Café das bruxas
ESTA É A 31ª EDIÇÃO DO JANTAR DOS 13,UMA COINCIDÊNCIA QUE NUNCA MAIS SE REPETE (31…13).
. NESTA EDIÇÃO VAMOS QUEIMAR LIVROS DE S.CIPRIANO…PARA PROVARMOS QUE NÃO PASSAM DE LIXO…
VAMOS EXPLICAR A POLÉMICA SOBRE CRISTINO RONALDO E OS BRUXOS
OS CONVIVAS TERÃO OBRIGATOTIAMENTE QUE PASSAR POR BAIXO DE UM ESCADOTE
RESERVAS: TLM: 917811955 OU 963260090…PROF.HERRERO (CRIADOR E ORGANIZADOR)
POR FAVOR REENVIE AOS SEUS AMIGOS………
LUTA CONTRA O CHARLATANISMO
UMA CRIAÇÃO de PROF. HERRERO: ILUSIONISTA, ESCRITOR, PARAPSICÓLOGO, HIPNOTIZADOR E FAQUIR.
Em 13 de Novembro de 2009 – SEXTA-FEIRA 13 – Prof. Herrero organiza a 31º JANTAR DOS 13,evento que atrai seguidores, não só de Portugal mas também de outros países. Considerado uma tradição, o jantar dos 13 é o único evento que se tornou numa verdadeira luta, não só contra a superstição, bruxaria e crenças nocivas que condicionam o ser humano, prejudicando-o no seu bem estar psicológico, físico, económico, como também se tornou na maior luta contra o charlatanismo e falsos iluminados. Como é habitual, os participantes vestem de preto, e sentam-se em mesas de 13, onde os talheres se encontram cruzados, o sal entornado, espelhos partidos e um sem número de objectos e animais (gatos pretos, iguanas gigantes, cobras, mochos) entre outros, ligados ao mundo da superstição, no qual se inclui A BRUXARIA e outras crenças consideradas nefastas para a mente humana.
Num ambiente algo macabro mas também de festa, os convivas passam por baixo de um escadote, seguindo-se a passagem pelo túnel do terror, até entrarem na sala que se encontra rigorosamente decorada, basicamente em negro e com imensos símbolos ligados ao mundo da superstição, como guarda-chuvas abertos, o morto no caixão, etc.
Num ambiente que o nosso imaginário associa às chamadas casas assombradas, encontram-se imensas velas acesas, grandes candelabros e outros adereços considerados pertença do mundo do oculto. O cheiro a incenso e as muitas e enormes teias de aranha, bem como os sons de arrepiar, ora vindos de cânticos gregorianos ora das mais variadas situações gravadas nos arquetípicos do inconsciente colectivo, levam os convivas a entrarem num mundo onde se confrontam com os seus irracionais medos…
PORQUÊ TUDO ISTO?
Porque demonstramos desta maneira que não somos dominados pelo medo daquilo que os supersticiosos receiam e isso, só é possível em situações com num ambiente como este, criado no jantar dos 13.É importante que esta mensagem seja divulgada e repetida pela comunicação social: de que as crenças supersticiosas estão a mais nas vidas das pessoas, para que, cada vez mais gente siga o nosso exemplo.
Nesta edição contaremos com artistas bastantes conceituados.
O delicioso jantar gastronomicamente cuidado, é especialmente “confeccionado” para o efeito:
Pão Bolorento;
Sopa de osgas
Bacalhau dos espíritos errantes
Carne de gato preto com arroz de excrementos do mesmo animal;
Grãos endiabrados; pipis de testículos de bode preto
Camarão do Mar Morto; paté de corvo; feijão ao frade demoníaco
Vinhos: Sangue de Drácula e Mistela de Morcego;
Sobremesas com ranho de lesmas do cemitério
Café das bruxas
ESTA É A 31ª EDIÇÃO DO JANTAR DOS 13,UMA COINCIDÊNCIA QUE NUNCA MAIS SE REPETE (31…13).
. NESTA EDIÇÃO VAMOS QUEIMAR LIVROS DE S.CIPRIANO…PARA PROVARMOS QUE NÃO PASSAM DE LIXO…
VAMOS EXPLICAR A POLÉMICA SOBRE CRISTINO RONALDO E OS BRUXOS
OS CONVIVAS TERÃO OBRIGATOTIAMENTE QUE PASSAR POR BAIXO DE UM ESCADOTE
RESERVAS: TLM: 917811955 OU 963260090…PROF.HERRERO (CRIADOR E ORGANIZADOR)
POR FAVOR REENVIE AOS SEUS AMIGOS………
10/15/2009
9/17/2009
8/18/2009
A ILUSÃO DO SABER
“UM HOMEM É SÁBIO QUANDO BUSCA A SABEDORIA E LOUCO QUANDO JULGA TÊ-LA ENCONTRADO”. (P. António Vieira)
A sabedoria não passa de uma ilusão. Procuramos, procuramos, mas quando julgamos que a encontramos, ela foge-nos para mais longe e, se a seguirmos, ela sempre se afasta. Sempre assim foi e sempre assim será…
Mesmo que tenhamos esta consciência não conseguimos parar, nem mudar de atitude. Corremos sempre na esperança de a agarrarmos, de a possuirmos, de desfrutarmos da sua grandiosidade. Esperamos até que nos dê a imortalidade!
De ilusão em ilusão, apenas conseguimos utilizar rasgos de sabedoria…
“O SÁBIO DEVE MANDAR; FAZ-SE CIÊNCIA COM FACTOS, ASSIM COMO SE FAZ UMA CASA COM PEDRAS; MAS UMA ACUMULAÇÃO DE FACTOS NÃO É MAIS CIÊNCIA DO QUE UM MONTE DE PEDRAS É UMA CASA”. (Henri Poincamé)
Contudo, a sabedoria do mal tem as pernas curtas e desloca-se à velocidade do caracol. Qualquer pessoa, por mais ignorante que seja utiliza-a, basta saber falar!
Por seu lado, a sabedoria do bem, embora possa ser utilizada com facilidade, a maior parte foge dela.
O que seria da humanidade, se houvesse um só homem que fosse, que manipulasse a sabedoria na sua plenitude? Seria provavelmente um deus mau, capaz de submeter todos os seres às mais cruéis barbaridades.
Talvez se conclua que é positivo a SABEDORIA não passar de uma quimera.
Vendo as coisas por outro ângulo, o mal não estará na busca ilusória do saber, mas sim na utilização do que se sabe. Os exemplos são mais do que muitos, na história do homem, quando os grandes conhecimentos são utilizados. Os avanços no sentido da destruição têm sido tantos que, comparados com os que procuram debelar os males da humanidade, nem sequer se assemelham.
Continua a fome a matar, a guerra a destruir em várias frentes, as doenças minam sem piedade…
“O homem seria o mais infeliz dos seres se, apenas da necessidade que ele sente de ter uma ilusão, saísse de imediato a realidade correspondente”. (Marquês de Sade)
Como isso não acontece como passo mágico e, se assim fosse, seria uma forma de dominar a sabedoria. Continuamos, desta forma, presos à ilusão do saber e com ela iremos sempre viver.
“O TEU SABER POUCO VALE SE NINUÉM SOUBER QUE TU SABES”. (Pérsio)
“QUANTO MENOS SE SABE MAIS SEGURO SE ESTÁ DE TUDO SABER” (John Cary)
A ilusão do saber, como qualquer outra ilusão, acompanha-nos toda uma vida, todo um percurso. Com ilusão ou sem ilusão, o saber é a bagagem que podemos transportar para qualquer sítio, atravessar qualquer fronteira, levar-nos às discussões, às oratórias, à afirmação. Não importa o que sabemos, nem o que os outros tenham ou não que concordar.
A ilusão do saber existe em qualquer sítio e só a deixamos de sentir quando o nosso cérebro mais nada podendo fazer, nos empurra para a escuridão total e o ser ou o não -ser deixará de ser!
A sabedoria não passa de uma ilusão. Procuramos, procuramos, mas quando julgamos que a encontramos, ela foge-nos para mais longe e, se a seguirmos, ela sempre se afasta. Sempre assim foi e sempre assim será…
Mesmo que tenhamos esta consciência não conseguimos parar, nem mudar de atitude. Corremos sempre na esperança de a agarrarmos, de a possuirmos, de desfrutarmos da sua grandiosidade. Esperamos até que nos dê a imortalidade!
De ilusão em ilusão, apenas conseguimos utilizar rasgos de sabedoria…
“O SÁBIO DEVE MANDAR; FAZ-SE CIÊNCIA COM FACTOS, ASSIM COMO SE FAZ UMA CASA COM PEDRAS; MAS UMA ACUMULAÇÃO DE FACTOS NÃO É MAIS CIÊNCIA DO QUE UM MONTE DE PEDRAS É UMA CASA”. (Henri Poincamé)
Contudo, a sabedoria do mal tem as pernas curtas e desloca-se à velocidade do caracol. Qualquer pessoa, por mais ignorante que seja utiliza-a, basta saber falar!
Por seu lado, a sabedoria do bem, embora possa ser utilizada com facilidade, a maior parte foge dela.
O que seria da humanidade, se houvesse um só homem que fosse, que manipulasse a sabedoria na sua plenitude? Seria provavelmente um deus mau, capaz de submeter todos os seres às mais cruéis barbaridades.
Talvez se conclua que é positivo a SABEDORIA não passar de uma quimera.
Vendo as coisas por outro ângulo, o mal não estará na busca ilusória do saber, mas sim na utilização do que se sabe. Os exemplos são mais do que muitos, na história do homem, quando os grandes conhecimentos são utilizados. Os avanços no sentido da destruição têm sido tantos que, comparados com os que procuram debelar os males da humanidade, nem sequer se assemelham.
Continua a fome a matar, a guerra a destruir em várias frentes, as doenças minam sem piedade…
“O homem seria o mais infeliz dos seres se, apenas da necessidade que ele sente de ter uma ilusão, saísse de imediato a realidade correspondente”. (Marquês de Sade)
Como isso não acontece como passo mágico e, se assim fosse, seria uma forma de dominar a sabedoria. Continuamos, desta forma, presos à ilusão do saber e com ela iremos sempre viver.
“O TEU SABER POUCO VALE SE NINUÉM SOUBER QUE TU SABES”. (Pérsio)
“QUANTO MENOS SE SABE MAIS SEGURO SE ESTÁ DE TUDO SABER” (John Cary)
A ilusão do saber, como qualquer outra ilusão, acompanha-nos toda uma vida, todo um percurso. Com ilusão ou sem ilusão, o saber é a bagagem que podemos transportar para qualquer sítio, atravessar qualquer fronteira, levar-nos às discussões, às oratórias, à afirmação. Não importa o que sabemos, nem o que os outros tenham ou não que concordar.
A ilusão do saber existe em qualquer sítio e só a deixamos de sentir quando o nosso cérebro mais nada podendo fazer, nos empurra para a escuridão total e o ser ou o não -ser deixará de ser!
7/18/2009
FERNANDA DE FREITAS COM PROF.HERRERO
SENTIMENTOS
SENTIMENTOS
Cada vez mais fala-se de sentimentos e, se assim é, a razão parece ter a ver com a questão do homem estar mais frio ou gelado, como que ausente de amor e amizade. Se habitualmente o ser humano tem um comportamento distante, onde até, mesmo em palavras não consegue exprimir-se, mas que tanta falta faz à humanidade, subir a escalões maiores de amor. As palavras, na maior parte das vezes, não passam disso mesmo, de palavras. Por um lado, o homem reconhece que o egoísmo tem adulterado os sentimentos, e a ganância do ter, faz com que o ser humano troque certos valores humanos por valores tão materialistas que parece convencer-se que até o amor pode adquirir em comprimidos, como de viagra se tratasse. Mas não pode. O verdadeiro amor não se compra nem se vende e, a “farmácia” onde pode adquirir encontra-se dentro dele mesmo. Por outro lado está cada vez mais necessitado, mais carente, não querendo entender que o que procura fora está no seu coração, nas profundezas de si próprio.
“ Uma boa parte dos homens não tem outra vida interior para lá da das suas palavras, e os seus sentimentos reduzem-se a uma existência oral,” – José Ortega y Gasset.
Mas os sentimentos são para serem sentidos, não deviam prestar-se a demagogias, porque estas são apanágio de palavras falsas, que em gíria diz-se “brincar com os sentimentos”. Mas os sentimentos não deviam servir para brincar. É algo que vem das profundezas do ser, que mora em todo corpo, o que equivale a dizer que é o alimento da alma. Sabemos que, quem não está bem emocionalmente, não está bem no relacionamento com os demais. Os sentimentos, são as vozes que se erguem mais alto dentro do indivíduo e que menos são respeitados. O sentimento guia o homem, não tendo, muitas vezes, nada a ver com a razão.
“ Contra os valores afectivos não valem razões, porque as razões não passam de razões, ou seja, nem sequer são verdades.”- Miguel de Unamuno.
O sentimento surge, muitas vezes, como um vírus, tomando conta do indivíduo em várias dimensões, sem que ele tenha controlo. Reduz todas as defesas psicológicas, neurológicas, químicas e vitais, quando o indivíduo encontra-se prisioneiro de tamanha carga, talvez ainda não muito bem explicada a níveis desconhecidos do ser.
Acerca dos sentimentos, muito tem sido escrito, muito tem sido versejado, cantado, sofrido e até morrido. Embora, como disse, seja a parte mais bela do ser, o certo é que também o pode levar a estados de miséria absoluta que numa relação psico-física pode alterar toda uma estrutura, tanto no sentido saudável e positivo, como em relação ao que de pior pode perturbar negativamente o indivíduo.
“ É uma reflexão muito comum, mas talvez por isso a esqueçamos, que as almas sensíveis são cada vez mais raras e as pessoas cultas mais grosseiras.”- Stendhal.
E, de sentimentos, muitos livros foram escritos e muitos livros ainda vão ser editados, embora tudo o que se diga, seja sempre inferior á verdade dos factos…que só a alma conhece…
Mas, entre hipótese e conjecturas, deixemos o coração falar, ele saberá as razões que a própria razão nunca saberá explicar….
Cada vez mais fala-se de sentimentos e, se assim é, a razão parece ter a ver com a questão do homem estar mais frio ou gelado, como que ausente de amor e amizade. Se habitualmente o ser humano tem um comportamento distante, onde até, mesmo em palavras não consegue exprimir-se, mas que tanta falta faz à humanidade, subir a escalões maiores de amor. As palavras, na maior parte das vezes, não passam disso mesmo, de palavras. Por um lado, o homem reconhece que o egoísmo tem adulterado os sentimentos, e a ganância do ter, faz com que o ser humano troque certos valores humanos por valores tão materialistas que parece convencer-se que até o amor pode adquirir em comprimidos, como de viagra se tratasse. Mas não pode. O verdadeiro amor não se compra nem se vende e, a “farmácia” onde pode adquirir encontra-se dentro dele mesmo. Por outro lado está cada vez mais necessitado, mais carente, não querendo entender que o que procura fora está no seu coração, nas profundezas de si próprio.
“ Uma boa parte dos homens não tem outra vida interior para lá da das suas palavras, e os seus sentimentos reduzem-se a uma existência oral,” – José Ortega y Gasset.
Mas os sentimentos são para serem sentidos, não deviam prestar-se a demagogias, porque estas são apanágio de palavras falsas, que em gíria diz-se “brincar com os sentimentos”. Mas os sentimentos não deviam servir para brincar. É algo que vem das profundezas do ser, que mora em todo corpo, o que equivale a dizer que é o alimento da alma. Sabemos que, quem não está bem emocionalmente, não está bem no relacionamento com os demais. Os sentimentos, são as vozes que se erguem mais alto dentro do indivíduo e que menos são respeitados. O sentimento guia o homem, não tendo, muitas vezes, nada a ver com a razão.
“ Contra os valores afectivos não valem razões, porque as razões não passam de razões, ou seja, nem sequer são verdades.”- Miguel de Unamuno.
O sentimento surge, muitas vezes, como um vírus, tomando conta do indivíduo em várias dimensões, sem que ele tenha controlo. Reduz todas as defesas psicológicas, neurológicas, químicas e vitais, quando o indivíduo encontra-se prisioneiro de tamanha carga, talvez ainda não muito bem explicada a níveis desconhecidos do ser.
Acerca dos sentimentos, muito tem sido escrito, muito tem sido versejado, cantado, sofrido e até morrido. Embora, como disse, seja a parte mais bela do ser, o certo é que também o pode levar a estados de miséria absoluta que numa relação psico-física pode alterar toda uma estrutura, tanto no sentido saudável e positivo, como em relação ao que de pior pode perturbar negativamente o indivíduo.
“ É uma reflexão muito comum, mas talvez por isso a esqueçamos, que as almas sensíveis são cada vez mais raras e as pessoas cultas mais grosseiras.”- Stendhal.
E, de sentimentos, muitos livros foram escritos e muitos livros ainda vão ser editados, embora tudo o que se diga, seja sempre inferior á verdade dos factos…que só a alma conhece…
Mas, entre hipótese e conjecturas, deixemos o coração falar, ele saberá as razões que a própria razão nunca saberá explicar….
6/29/2009
IDEIAS BRILHANTES
IDEIAS BRILHANTES
Naquele dia sentia necessidade de resolver uma certa situação, a que vou chamar problema. Tinha que inventar uma ideia, mas talvez a ansiedade e o desejo servissem mais para baralhar pensamentos do que conseguir soluções. À noite, antes de adormecer, os músculos afrouxaram e adormeci pensando, de forma calma e tranquila, como quem pede ajuda aos deuses da mente para, enquanto dormia, trabalharem no mesmo projecto e resolverem o enigma. O certo é que, na manhã seguinte, acordei consciente de que tinha alcançado a resposta!
Este acontecimento repetiu-se noutras ocasiões e, reparando na história dos homens que alcançaram a notoriedade por grandes descobertas, importantes para a humanidade, ficamos a saber que, quase todas, estão associadas a episódios bem interessantes que levam a dividir opiniões. Há quem diga que nada existe por acaso e aqueles que dizem que a maior parte das invenções têm sido fruto do acaso. O certo é que se conhecem histórias de ideias luminosas que surgem nos mais diferentes sítios. Há quem as tenha na casa de banho, no autocarro, na confusão do trânsito, durante o visionamento de um filme e até durante um espectáculo. Sherlock Holmes conseguiu resolver os casos com maior grau de dificuldade ao som de grandes orquestras, quando assistia a concertos. Poincaré resolveu um problema matemático quando subia para um autocarro, Einstein, talvez o mais completo sábio de todos os tempos, confessava que as ideias mais espantosas surgiam quando se barbeava. Newton, por sua vez, chegou à conclusão sobre a lei da gravidade, depois de observar a queda de uma maçã e Kepler, só para referir alguns, descobriu as leis do movimento dos planetas depois de sentir “uma claridade que apelidou de fantástica”
Pode dizer-se que muitas das ideias luminosas levam um certo tempo adormecidas, “estado latente ou de incubação”. Necessitamos de 65 pequenas ideias para que surja uma grande ideia,
A rotina diária é inimiga das novas ideias. Elas surgem geralmente em lugares novos para os indivíduos que apresentam alguma coisa de novo. É como quem diz, os estímulos que se repetem cansam, e os novos dão naturalmente razões para surgirem ideias brilhantes.
Também há quem, ao ser limitado numa questão física ou mesmo psicológica, desenvolva, de forma compensatória, capacidades que o conduzem a actos excepcionais. Shumann só começou a compor música depois de ficar com um dedo paralisado e, entre outros, sabemos que Júlio Iglésias só se dedicou à brilhante carreira, conhecida por todos, depois de um gravíssimo acidente.
Há quem pense que já está tudo inventado e o que acontece de novo, não mais é do que o resultado de pequenos toques que a tecnologia que paralelamente vai avançando proporciona.
Mas há quem pense que tudo está inventado, não mexendo uma palha para inventar seja o que for. Inovar, ou dar mais uns toques, não deixa de ser o percurso para o avanço das coisas e obviamente que os pequenos avanços proporcionam coisas novas. É como quem diz “de grão a grão enche a galinha o papo”.
Vítor Hugo diz que resistimos à invasão dos exércitos mas não resistimos à invasão das ideias. Enquanto que Fréderic Aniel diz que quem faz o que os outros acham difícil de realizar, é talento: fazer o que é impossível ao talento, é génio.
Quer o indivíduo seja um génio ou um talentoso, o certo é que existem milhares de células e quadros mentais inconscientes que nunca foram verdadeiramente utilizados. O acreditar de que se é capaz, é o primeiro grande passo para chegar às metas desejadas. Quem se acomoda nas ideias dos outros, nunca reconhecerá as suas próprias ideias. No génio e no autor existem fragmentos de loucura. O mundo avança, no bom e no mau sentido, com indivíduos tidos como loucos. Foram eles que mudaram o rumo da história, dos conceitos, dos padrões sociais, psicológicos, físicos e até emocionais.
Talvez seja loucura cada pessoa sentir-se um pequeno deus, mas talvez, também haja loucura naqueles que se julgam coisa alguma.
Cabe a cada um de nós encontrar uma fórmula pessoal para que as ideias luminosas possam surgir. Ninguém deve convencer-se que só os outros é que têm capacidade para criar alguma coisa. Contudo, algo pode ser aconselhado a todos. Tenham sempre à mão um pequeno bloco e uma caneta para, quando alguma coisa surgir na mente como novo, ser de imediato anotado, mesmo que pareça tratar-se de algo sem importância ou de loucura.
Não se iniba de ter ideias e de as pôr em prática. Desta forma alguma coisa tende a mudar em si e quem sabe, se um dia qualquer é reconhecido como génio?
PROF.HERRERO
Naquele dia sentia necessidade de resolver uma certa situação, a que vou chamar problema. Tinha que inventar uma ideia, mas talvez a ansiedade e o desejo servissem mais para baralhar pensamentos do que conseguir soluções. À noite, antes de adormecer, os músculos afrouxaram e adormeci pensando, de forma calma e tranquila, como quem pede ajuda aos deuses da mente para, enquanto dormia, trabalharem no mesmo projecto e resolverem o enigma. O certo é que, na manhã seguinte, acordei consciente de que tinha alcançado a resposta!
Este acontecimento repetiu-se noutras ocasiões e, reparando na história dos homens que alcançaram a notoriedade por grandes descobertas, importantes para a humanidade, ficamos a saber que, quase todas, estão associadas a episódios bem interessantes que levam a dividir opiniões. Há quem diga que nada existe por acaso e aqueles que dizem que a maior parte das invenções têm sido fruto do acaso. O certo é que se conhecem histórias de ideias luminosas que surgem nos mais diferentes sítios. Há quem as tenha na casa de banho, no autocarro, na confusão do trânsito, durante o visionamento de um filme e até durante um espectáculo. Sherlock Holmes conseguiu resolver os casos com maior grau de dificuldade ao som de grandes orquestras, quando assistia a concertos. Poincaré resolveu um problema matemático quando subia para um autocarro, Einstein, talvez o mais completo sábio de todos os tempos, confessava que as ideias mais espantosas surgiam quando se barbeava. Newton, por sua vez, chegou à conclusão sobre a lei da gravidade, depois de observar a queda de uma maçã e Kepler, só para referir alguns, descobriu as leis do movimento dos planetas depois de sentir “uma claridade que apelidou de fantástica”
Pode dizer-se que muitas das ideias luminosas levam um certo tempo adormecidas, “estado latente ou de incubação”. Necessitamos de 65 pequenas ideias para que surja uma grande ideia,
A rotina diária é inimiga das novas ideias. Elas surgem geralmente em lugares novos para os indivíduos que apresentam alguma coisa de novo. É como quem diz, os estímulos que se repetem cansam, e os novos dão naturalmente razões para surgirem ideias brilhantes.
Também há quem, ao ser limitado numa questão física ou mesmo psicológica, desenvolva, de forma compensatória, capacidades que o conduzem a actos excepcionais. Shumann só começou a compor música depois de ficar com um dedo paralisado e, entre outros, sabemos que Júlio Iglésias só se dedicou à brilhante carreira, conhecida por todos, depois de um gravíssimo acidente.
Há quem pense que já está tudo inventado e o que acontece de novo, não mais é do que o resultado de pequenos toques que a tecnologia que paralelamente vai avançando proporciona.
Mas há quem pense que tudo está inventado, não mexendo uma palha para inventar seja o que for. Inovar, ou dar mais uns toques, não deixa de ser o percurso para o avanço das coisas e obviamente que os pequenos avanços proporcionam coisas novas. É como quem diz “de grão a grão enche a galinha o papo”.
Vítor Hugo diz que resistimos à invasão dos exércitos mas não resistimos à invasão das ideias. Enquanto que Fréderic Aniel diz que quem faz o que os outros acham difícil de realizar, é talento: fazer o que é impossível ao talento, é génio.
Quer o indivíduo seja um génio ou um talentoso, o certo é que existem milhares de células e quadros mentais inconscientes que nunca foram verdadeiramente utilizados. O acreditar de que se é capaz, é o primeiro grande passo para chegar às metas desejadas. Quem se acomoda nas ideias dos outros, nunca reconhecerá as suas próprias ideias. No génio e no autor existem fragmentos de loucura. O mundo avança, no bom e no mau sentido, com indivíduos tidos como loucos. Foram eles que mudaram o rumo da história, dos conceitos, dos padrões sociais, psicológicos, físicos e até emocionais.
Talvez seja loucura cada pessoa sentir-se um pequeno deus, mas talvez, também haja loucura naqueles que se julgam coisa alguma.
Cabe a cada um de nós encontrar uma fórmula pessoal para que as ideias luminosas possam surgir. Ninguém deve convencer-se que só os outros é que têm capacidade para criar alguma coisa. Contudo, algo pode ser aconselhado a todos. Tenham sempre à mão um pequeno bloco e uma caneta para, quando alguma coisa surgir na mente como novo, ser de imediato anotado, mesmo que pareça tratar-se de algo sem importância ou de loucura.
Não se iniba de ter ideias e de as pôr em prática. Desta forma alguma coisa tende a mudar em si e quem sabe, se um dia qualquer é reconhecido como génio?
PROF.HERRERO
BENTO ALGARVIO COM PROF.HERRERO
6/07/2009
MENTE
COISAS DA MENTE
Falar da mente, é falarmos de um mundo, ainda desconhecido. Através da mente, os pensamentos materializam-se, quer no bom ou no mau sentido. Nesse mundo, acontecem as mais complicadas funções, na maior parte das vezes, atribuídas ao que está fora, quando acontecem dentro do próprio indivíduo.
Pensar, todos os homens pensam, desde que estejam vivos, mas a qualidade dos pensamentos, tem a ver, essencialmente, com a educação. Mas, também é verdade, que acontecem coisas que o pensamento consciente não tem qualquer consciência do que se passa noutras áreas da mente, a que podemos chamar de zonas inconscientes. Essas áreas, são as menos entendidas, podendo provocar fenomenologias que muitos apelidam de sobrenaturais.
“Se os outros pudessem ouvir os nossos pensamentos, poucos de nós não seriam considerados loucos.” – Jacinto Benavente.
Apesar, da possibilidade de ler o pensamento, ser uma realidade científica, o certo é que seria catastrófico se, pudéssemos utilizar essa capacidade quando nos apetecesse. Sabermos o que os outros estão a pensar de nós, podia tornar-se na maior arma anti-social. Ainda bem que não desenvolvemos essa particularidade, mas aquilo que pensamos manifesta-se através de expressões, essencialmente físicas, podendo igualmente ser decifradas, através de um processo de leitura, não do pensamento, mas daquilo que os músculos, pele, e outros elementos, informam aos que conseguem decifrar esses códigos de leitura extra-sensorial...acontecendo essencialmente entre mãe e filha, ou entre quem tem uma grande afinidade. A esta possibilidade, chama-se, na linguagem paranormal, de hiperestesia indirecta….
O olhar da “alma” faz-nos reflectir; os mais estúpidos dizem que “pensavam” que sim e a inteligência, de pouco vale, a quem nada mais tem para se fazer valer.
“ Não há nada que esteja distribuído mais equitativamente do que a razão: todos estão convencidos de a terem em quantidade suficiente.”- René Descartes.
A mente, é a parte subjectiva do ser, reproduzindo as suas funções, conhecidas e desconhecidas, a partir do cérebro, o que tem motivado as mais díspares hipóteses e conjecturas. O certo, para não entrarmos em situações psicológicas, neurológicas e até filosóficas, para não falar também do pensamento mágico e religioso, a mente só funciona, desde que o cérebro esteja vivo, ou seja o próprio ser…
Para não penetrarmos demasiado nesse mundo, ainda oculto, das coisas mentais, a questão de sermos seres pensantes, faz de nós pequenos deuses mas depois de sucumbirmos a todas actividades cerebrais, nada somos, ou se somos, não passamos de pó, o que fere o orgulho do próprio homem, que tudo inventa para se tornar imortal…
Através do pensamento, podemos voar. Ter o que se deseja, sonhar e entrar no mundo das coisas belas, do ser e do não ser, no tudo e o nada daquilo que conseguimos imaginar. Termino, fazendo minhas, as palavras de Félix Lopo de Veiga: “ Com uma coisa me contento: Que mesmo que possam tirar-me a esperança, não me podem tirar o pensamento”.
Falar da mente, é falarmos de um mundo, ainda desconhecido. Através da mente, os pensamentos materializam-se, quer no bom ou no mau sentido. Nesse mundo, acontecem as mais complicadas funções, na maior parte das vezes, atribuídas ao que está fora, quando acontecem dentro do próprio indivíduo.
Pensar, todos os homens pensam, desde que estejam vivos, mas a qualidade dos pensamentos, tem a ver, essencialmente, com a educação. Mas, também é verdade, que acontecem coisas que o pensamento consciente não tem qualquer consciência do que se passa noutras áreas da mente, a que podemos chamar de zonas inconscientes. Essas áreas, são as menos entendidas, podendo provocar fenomenologias que muitos apelidam de sobrenaturais.
“Se os outros pudessem ouvir os nossos pensamentos, poucos de nós não seriam considerados loucos.” – Jacinto Benavente.
Apesar, da possibilidade de ler o pensamento, ser uma realidade científica, o certo é que seria catastrófico se, pudéssemos utilizar essa capacidade quando nos apetecesse. Sabermos o que os outros estão a pensar de nós, podia tornar-se na maior arma anti-social. Ainda bem que não desenvolvemos essa particularidade, mas aquilo que pensamos manifesta-se através de expressões, essencialmente físicas, podendo igualmente ser decifradas, através de um processo de leitura, não do pensamento, mas daquilo que os músculos, pele, e outros elementos, informam aos que conseguem decifrar esses códigos de leitura extra-sensorial...acontecendo essencialmente entre mãe e filha, ou entre quem tem uma grande afinidade. A esta possibilidade, chama-se, na linguagem paranormal, de hiperestesia indirecta….
O olhar da “alma” faz-nos reflectir; os mais estúpidos dizem que “pensavam” que sim e a inteligência, de pouco vale, a quem nada mais tem para se fazer valer.
“ Não há nada que esteja distribuído mais equitativamente do que a razão: todos estão convencidos de a terem em quantidade suficiente.”- René Descartes.
A mente, é a parte subjectiva do ser, reproduzindo as suas funções, conhecidas e desconhecidas, a partir do cérebro, o que tem motivado as mais díspares hipóteses e conjecturas. O certo, para não entrarmos em situações psicológicas, neurológicas e até filosóficas, para não falar também do pensamento mágico e religioso, a mente só funciona, desde que o cérebro esteja vivo, ou seja o próprio ser…
Para não penetrarmos demasiado nesse mundo, ainda oculto, das coisas mentais, a questão de sermos seres pensantes, faz de nós pequenos deuses mas depois de sucumbirmos a todas actividades cerebrais, nada somos, ou se somos, não passamos de pó, o que fere o orgulho do próprio homem, que tudo inventa para se tornar imortal…
Através do pensamento, podemos voar. Ter o que se deseja, sonhar e entrar no mundo das coisas belas, do ser e do não ser, no tudo e o nada daquilo que conseguimos imaginar. Termino, fazendo minhas, as palavras de Félix Lopo de Veiga: “ Com uma coisa me contento: Que mesmo que possam tirar-me a esperança, não me podem tirar o pensamento”.
5/29/2009
À PROCURA DE NÓS
À PROCURA DE NÓS
Quando sentimos uma crise dentro de nós, significa que algo se movimenta e que está em mudança. Quando nos referimos a crise, transmitimos sempre uma carga negativa na nossa apreciação, quer em relação a nós mesmos quer em relação à política ou mesmo em relação à economia.
Não me parece que as coisas em si sejam negativas, dependem sempre da nossa apreciação, o mesmo acontecendo em relação a nós mesmos. Somos aquilo que achamos que somos. Apelidarmos de crise certos acontecimentos é ouvirmos um sinal, em forma de alarme, para que haja uma transformação ou mudança, principalmente quando vivemos uma vida que não se ajusta ao que a nossa identidade necessita. Quando o nosso caminho, aquele que decidimos trilhar não nos convence a nossa identidade fica ressentida.
É necessário olharmos para a vida sem a complicarmos. Se existe uma qualquer realidade que faz parte de nós, temos que nos adaptar a essa realidade mas de maneira que seja de acordo com o nosso gosto.
Se sonhamos demasiado sem passarmos à acção e falamos em metas sem as cumprirmos, pouco ou nada conseguimos daquilo que desejamos. Recebemos em troca uma mão cheia de infelicidade.
CONSELHOS
Para uma identidade própria, sem crises, cada pessoa deve mudar a percepção da sua auto - imagem. Quando a auto – imagem é negativa influencia variadíssimos aspectos da vida.
A auto – estima desenvolve-se mais quando procuramos descobrir que temos muita gente que nos valoriza e nos quer bem. Uma baixa auto – estima leva-nos a sentir como que abandonados ou excluídos.
EVITAR PERDER O RUMO – Apesar de nos podermos programar mentalmente, traçando um destino para a nossa vida, o que se torna mesmo necessário é termos as metas bem definidas, os objectivos bem delineados, para que nos façam perceber que não estamos perdidos e que temos domínio sobre nós mesmos.
Para nos encontrarmos também temos que sentir que somos responsáveis. Contudo, uma das maneiras para sentirmos a nossa personalidade fortalecida, isto é, a nossa própria identidade, é pertencermos a um grupo.
Em todas as circunstâncias devemos evitar ter comportamento de adolescente. Nestas idades, a confusão domina o indivíduo, levando-o a concluir que não sabe quem é nem o que vai ser. Daí o desejo de se identificar com um grupo. Veste-se, fala, comporta-se e pensa de igual maneira, tal como os demais, aqueles que compõe o “clã”.
Há quem, para sair da crise de identidade se refugie no trabalho, o que, segundo opinião dos psicólogos é uma péssima opção. Igualmente existe quem viva só para ele, porque tem imensa dificuldade em viver para o meio que o rodeia. Há quem perca praticamente a identidade por se tornar dependente do parceiro (dependência afectiva).
A vida é uma contínua movimentação no sentido de fechar e abrir etapas. Este facto pode levar-nos a uma consciência maior sobre nós mesmos. O adulto, compreendendo o leque de possibilidades que o envolve reconhece que, a cada passo, é possível mudar adoptando novas cores.
Identificar uma crise normativa (que é normal) e conseguir superá-la é um grande passo para que não aconteçam coisas mais complicadas.
Sem que seja uma obsessão, devemos procurar fora das crises, rasgos da nossa verdadeira identidade. Procurarmos saber quem somos é um direito que nos assiste. Só saímos fortalecidos quando vencemos as adversidades. Desta forma, ficamos com as energias renovadas e com a sensação que estamos mais fortes concluindo-se assim, de que também as crises são necessárias.
Quando sentimos uma crise dentro de nós, significa que algo se movimenta e que está em mudança. Quando nos referimos a crise, transmitimos sempre uma carga negativa na nossa apreciação, quer em relação a nós mesmos quer em relação à política ou mesmo em relação à economia.
Não me parece que as coisas em si sejam negativas, dependem sempre da nossa apreciação, o mesmo acontecendo em relação a nós mesmos. Somos aquilo que achamos que somos. Apelidarmos de crise certos acontecimentos é ouvirmos um sinal, em forma de alarme, para que haja uma transformação ou mudança, principalmente quando vivemos uma vida que não se ajusta ao que a nossa identidade necessita. Quando o nosso caminho, aquele que decidimos trilhar não nos convence a nossa identidade fica ressentida.
É necessário olharmos para a vida sem a complicarmos. Se existe uma qualquer realidade que faz parte de nós, temos que nos adaptar a essa realidade mas de maneira que seja de acordo com o nosso gosto.
Se sonhamos demasiado sem passarmos à acção e falamos em metas sem as cumprirmos, pouco ou nada conseguimos daquilo que desejamos. Recebemos em troca uma mão cheia de infelicidade.
CONSELHOS
Para uma identidade própria, sem crises, cada pessoa deve mudar a percepção da sua auto - imagem. Quando a auto – imagem é negativa influencia variadíssimos aspectos da vida.
A auto – estima desenvolve-se mais quando procuramos descobrir que temos muita gente que nos valoriza e nos quer bem. Uma baixa auto – estima leva-nos a sentir como que abandonados ou excluídos.
EVITAR PERDER O RUMO – Apesar de nos podermos programar mentalmente, traçando um destino para a nossa vida, o que se torna mesmo necessário é termos as metas bem definidas, os objectivos bem delineados, para que nos façam perceber que não estamos perdidos e que temos domínio sobre nós mesmos.
Para nos encontrarmos também temos que sentir que somos responsáveis. Contudo, uma das maneiras para sentirmos a nossa personalidade fortalecida, isto é, a nossa própria identidade, é pertencermos a um grupo.
Em todas as circunstâncias devemos evitar ter comportamento de adolescente. Nestas idades, a confusão domina o indivíduo, levando-o a concluir que não sabe quem é nem o que vai ser. Daí o desejo de se identificar com um grupo. Veste-se, fala, comporta-se e pensa de igual maneira, tal como os demais, aqueles que compõe o “clã”.
Há quem, para sair da crise de identidade se refugie no trabalho, o que, segundo opinião dos psicólogos é uma péssima opção. Igualmente existe quem viva só para ele, porque tem imensa dificuldade em viver para o meio que o rodeia. Há quem perca praticamente a identidade por se tornar dependente do parceiro (dependência afectiva).
A vida é uma contínua movimentação no sentido de fechar e abrir etapas. Este facto pode levar-nos a uma consciência maior sobre nós mesmos. O adulto, compreendendo o leque de possibilidades que o envolve reconhece que, a cada passo, é possível mudar adoptando novas cores.
Identificar uma crise normativa (que é normal) e conseguir superá-la é um grande passo para que não aconteçam coisas mais complicadas.
Sem que seja uma obsessão, devemos procurar fora das crises, rasgos da nossa verdadeira identidade. Procurarmos saber quem somos é um direito que nos assiste. Só saímos fortalecidos quando vencemos as adversidades. Desta forma, ficamos com as energias renovadas e com a sensação que estamos mais fortes concluindo-se assim, de que também as crises são necessárias.
5/19/2009
5/15/2009
OSCAR QUEVEDO COM PROF.HERRERO
5/12/2009
MORTE

A MORTE
Se, na verdade, ao morrermos, tivéssemos a opção de vivermos sem corpo, certamente que havia muita gente que não se importava de viver sem ele. Não gastávamos dinheiro em comida, não tínhamos que nos preocupar com a subida cavalgante dos combustíveis, nem com a última moda, nem telemóveis, Internet e, tantas outras coisas que fazem parte das necessidades do ser humano…
Pela ordem natural das coisas, o homem nasce sem dentes, sem cabelo e sem ilusões e morre da mesma forma. O humorista Woody Allen diz não ter medo de morrer, não quer é se encontrar lá quando perecer. Mas, se é verdade que ninguém pode assistir ao seu próprio funeral, a verdade também, é que todos têm que ser recebidos pela morte, algo temível e inevitável, o que, por isso mesmo, não devíamos estranhar.
Pedro Caldéron de la Barca, deixou-nos esta quadra: Vem morte, tão escondida/ Que não te sinta vir/ Porque o prazer de morrer/ Não me volta a dar a vida.
Se fossemos eternos, as religiões deixavam de ter sentido, nem talvez tivéssemos respeito pela vida, (a nossa e das outros), já que, mesmo assim, poucos a respeitam…
Mas tudo é ao contrário, somos frágeis e perecíveis e, como tal, precisamos de crenças que nos dêem uma certa tranquilidade e segurança, mesmo que, para os outros, possa parecer absurdo.
“ O homem é como a espuma do mar, que flutua à superfície da água e se desvanece quando sopra o vento, como se nunca tivesse existido. Assim a morte arrebata as nossas vidas” – Khalil Gbron.
A morte é cantada pelos poetas, motivo para artistas, como pintores e escultores, o lirismo na sua máxima expressão…e sempre foi e será, o resultado das grandes contendas e das grandes batalhas e o ponto final de cada vida…!!!!
Mas, para a maior parte das pessoas, a morte não é o fim, mas o princípio de uma qualquer existência numa outra dimensão. Essa perspectiva daria ao homem a possibilidade da existência de uma vida eterna, mas porque o homem já a tem, não vejo necessidade de egoisticamente a desejar. E tem, porque cada ser que nasce, é a continuidade da quem parte. Nesta sucessão sucessiva de vida, leva-nos a dizer que o homem é eterno, não como ser individual, mas colectivo, unido infinitamente pelas mãos daquilo que forma o eterno…
Apesar de André Malraux dizer que há uma fraternidade que só se encontra no outro lado da morte, considera também que a morte não é assim tão importante nem grave; a dor sim. A morte, diz ele, só tem importância, na medida em que nos faz pensar na vida.
E continua: não chegam nove meses, são precisos cinquenta anos para fazer um homem. Cinquenta anos de sacrifício, de vontade, de tantas coisas! E quando esse homem está feito, quando já não resta da infância, da adolescência, quando se é verdadeiramente um homem, não serve para nada mais, senão morrer.
Mas serve naquilo que deixa. Todos fazem alguma coisa para a eternidade. Todos deixam tijolos para que outros possam dar continuidade à construção do edifício da vida, com conhecimentos, obras e soluções. O homem é eterno, mas mortal, o homem é
forte, imponente, mas não passa de um monte de areia ou de pó, ou até cinza, mas que se move porque transporta vida…como qualquer animal…
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