ABORDA TEMAS DIVERSOS DOS MEUS ESCRITOS,,,,IGUALMENTE SOBRE HIPNOTISMO, ILUSIONISMO, PARAPSICOLOGIA....
10/11/2013
9/23/2013
9/11/2013
9/04/2013
8/14/2013
7/24/2013
O DINHEIRO
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Falar de dinheiro, é
como fazermos referência a um deus ou a um diabo, por se tratar de algo que
vale e tem a força que lhe damos. A adoração que muitos lhe têm é semelhante á
crença divina, enquanto outros desprezam-no como se tratasse de uma força diabólica.
O certo é que, tal como qualquer moeda, O DINHEIRO
Tem duas faces, ambas de metal,
podendo-se dizer que de um lado está o bem e no outro o diabo porque, embora o
dinheiro não passe de papel ou metal, é o homem que representa o bom ou o mau
que lhe é atribuído, sendo também o próprio homem que tem que ser
responsabilizado pelo que faz e da forma como o utiliza.
Fermin de Alcaraz diz que: “Há no
dicionário três palavras que causam a ruína do rico e três outras que causam o
bem-estar do pobre; as primeiras são «luxo». «Ambição» e «soberania» as
segundas, «trabalho», «honradez» e «poupança».”
O dinheiro favorece todo o tipo de loucuras ao ponto de
haver quem encomende a morte de outros com um punhado de moedas. Países entram
em guerras por um poço de petróleo, sem qualquer respeito pela vida humana,
existindo até quem venda a alma quando vê luzir as chapinhas metálicas. Quantas
pessoas estão em listas de espera, para serem tratadas por meios médicos? Por
vezes levam meses e até anos, à espera de uma consulta ou de uma operação
cirúrgica. É evidente que, quem tem dinheiro para se tratar, consegue com
rapidez acesso aos meios adequados de tratamento. Nestes casos o dinheiro tem
uma faceta divina, enquanto aqueles de bolso vazio, em desespero, com fome e
com doenças por tratar acham que não ter dinheiro é o diabo.
A maior parte das fortunas encerram
grandes segredos e, apesar do dinheiro não dar felicidade, penso que não haverá
alegria entre aqueles que, de barriga vazia, se embriagam nas ideias do nada
ter. Contentar-se com pouco não é preocupante, o que preocupa muita gente é
perceberem que mais dia, menos dia podem tudo perder…e perdem, porque ninguém
leva, seja o que for, para as regiões ignotas de uma qualquer dimensão ou Além.
Muita gente vive pobre e morre
rica. Acumula riqueza, mas faz vida de pobre, só para não gastar e, depois de
morrerem, outros se apoderam daquilo que amealharam gananciosamente durante uma
vida inteira … Ricos com mentalidades pobres, e de tanta pobreza de espírito
tornam-se estúpidos.
Jean Jacques Rousseau diz que a
igualdade na riqueza deve residir em que nenhum cidadão seja tão rico que possa
comprar outro, nem nenhum tão pobre que precise de se vender.
O dinheiro tanto leva um
indivíduo a sentir-se um escravo como um senhor, mas o ambicioso desmedido
passa por cima da família, dos amigos e até dos próprios irmãos, para atingir
os seus doentios objectivos.
O dinheiro é um mal necessário,
que atrai falsos amigos e verdadeiros traidores.
PROF.HERRERO
3/01/2013
O PRAZER
O
PRAZER
O prazer não pode ser a isca do mal, como refere Platão, nem mata em nós
qualquer coisa, como diz Julien Green. O prazer é um bálsamo que nos faz sentir
que a vida tem a sua beleza. Sem ele, muitos dos nossos objectivos desvaneciam-se
nos nevoeiros do nosso caminho, talvez nem a morte, tivesse algum sentido.
Ninguém pode ter prazer de comer peixe se não gostar de
peixe mas, se a fome “falar mais alto”, comer peixe será certamente um
autêntico manjar dos deuses…
Tal como a maior parte das coisas que nos rodeia, o
prazer também é relativo. O prazer não é igual para todas as pessoas. O prazer
de um pode ser o desprazer de outros. Quantos de nós ficamos perturbados com
os desvios de prazeres ditos normais, de
uma parte considerável de outros indivíduos?
“O prazer não é um mal em si, mas certos prazeres trazem
mais dor do que felicidade”. ((Epicuro) É como quem diz: “Não há bela sem
senão”!
A sociedade aceita o prazer que é comum à maior parte das
pessoas, não entendendo, como a dor, os maus tratos, o abuso, a violação, o
roubo e muitos outros desejos e comportamentos que fazem parte de um leque de
satisfação para muitos que, de resto, têm uma vida aceite em termos sociais.
“A vantagem do amor sobre o deboche é a multiplicação de
prazeres” (Charles Monterguien) Há quem dê a volta ao mundo em busca de um
prazer, ou de um prazer seleccionado pelos sentidos. O prazer desenvolve-se a
partir de necessidades psicológicas, psico-físicas, biológicas e outras que
parecem englobar todas estas. Alguns fogem ao controlo do consciente e das
normas impostas. São de tal forma fortes que cegam aqueles que os procuram,
podendo-se dizer que, em certas circunstâncias não são os homens que dominam os
prazeres mas sim estes que os dominam.
“Enquanto não tivermos encontrado mais nada, para além
das mulheres, para fazermos de filhos, elas conservarão, sobre os corações dos
homens, o seu direito e o seu império” (Paul Claudel).
Quando se fala em prazer, surge, na cabeça da maior parte
das pessoas, a ideia sexual do prazer, talvez porque tudo esteja ligado ao sexo
(Freud). Se falamos do prazer de ser mãe, temos que concordar que esse prazer
só existe pelo acto sexual que o antecedeu, esquecendo-me propositadamente das
outras formas de fecundação… que indirectamente também têm a ver com sexo…
“A multidão daqueles que se abandonam ao prazer sem
respeito, contribui mais para o desonrar do que aqueles que o condenam e se
abstém dele”. (Marcel Jonhandeau)
Pelo prazer que me deu escrever este artigo, dedico a
frase de Óscar Wilde o todos os nossos
leitores:
“Os prazeres são as únicas coisas que vale a pena serem
vividas. Nada envelhece tão depressa como a felicidade”.
PROF.HERRERO
2/08/2013
O CAMINHO
O CAMINHO
Todos nós procuramos um caminho que possa ser
entendido como o nosso caminho. Incessantemente desejamos encontrá-lo.
Ultrapassá-lo é como se nunca o tivéssemos atingido.
A sensação de que precisamos encontrá-lo pode durar uma
vida, existindo igualmente a ilusão de que não conseguimos chegar a ele, embora
estejamos a percorre--lo. A maioria afirma ainda não o ter encontrado. Ao
desejarmos outro, será que fizemos alguma coisa para mudarmos o sentido dos
nossos movimentos?
O nosso caminho é algo subjectivo, existindo só no nosso
imaginário. Apesar de tudo isso é completamente compreensiva a busca que
fazemos para o encontrar.
O primeiro ponto fundamental é criarmos dentro de nós
razões fortes e alicerces seguros que nos preparem para a mudança.
O segundo ponto é a orientação. Nunca partimos para
qualquer viagem sem um destino pré-estabelecido. Devemos, desta maneira, estar
munidos de um mapa, de uma bússola e de outros elementos que nos facultem a
deslocação no nosso caminho.
O entusiasmo é de grande importância. Temos que
empreender a mudança de rumo com prazer. Ninguém deseja mudar para pior. Sem
entusiasmo nunca poderemos fazer algo de grande. Tornamo-nos peregrinos da
mediocridade. O espírito critico é também necessário. Permite-nos ter uma ideia
mais aproximada e visualizada do caminho que procuramos.
Uns preferem que seja ladeado por árvores, outros
desejam-no com flores, outros ainda, querem-no cortado por vários cruzamentos…
Devemos, igualmente, ter consciência que o nosso caminho
só é perfeito por ser nosso. Significando que aquilo que é bom para os outros
não quer dizer que seja para nós.
A mesma consciência deve ser dirigida para os defeitos.
Todos os caminhos têm defeitos, quer em forma de buracos, quer em termos de
piso, quer mesmo pelas suas curvas e lombas. Como diz Syrus, o maior defeito é
a ignorância dos defeitos.
O nosso caminho pode tornar-se numa busca compulsiva por
defeito de adaptação a um qualquer caminho. Ele encontra-se sempre dentro de
nós. Quando temos a ilusão da sua descoberta, não mais é do que a projecção
daquilo que foi construído dentro do nosso pensamento, fabricado pelas nossas
ideias e ideais. Ele espelha a nossa felicidade e os nossos objectivos.
Queremo-lo asfaltado de paz, de harmonia e de prazer. Representa liberdade,
amor e até infinito. Ele é o nosso ideal. Vilhem Douglas põe em questão a
escolha do ideal e afirma: “Não se escolhe o ideal: é o ideal que te escolhe a
ti”.
A maior parte tem tendência para olhar o caminho por cima
da cabeça, como algo que se espera dos céus. Desvaloriza o que pisamos, quando
levamos a vida inteira a pisar coisas. Não fazemos nada sem pisar! O mundo
movimenta-se por um caminho diferente de como o vemos. Os amigos, por mais que
se esforcem, nunca conseguirão ser tão sinceros como os inimigos. Não é o pior
que é inimigo do bom, mas sim o melhor. Os fortes não se irritam com facilidade
por não ligarem a coisas menores, mas os fracos sim. Forte é aquele que
suporta, porque os fracos nada aguentam.
O nosso caminho, deve ser percorrido com todas estas
coisas bem analisadas porque, senão, corremos o risco de nunca o encontrar.
Prof.herrero (autor)
1/22/2013
DESEJOS SEM FIM
DESEJOS SEM FIM
Quem não tem desejos é porque a vida já não corre nas veias. É como vegetar
perdido no tempo, onde o acontecer se torna igual ao não acontecer, onde a luz
se confunde com a escuridão e o sentir se torna num não sentir permanente.
É necessário termos desejos SEM FIM, onde a concretização de um nos leve a
inventar dois, como na história da fada boa que encontrou uma princesinha a
chorar junto a um lago: “Não posso ouvir-te chorar e, como tal, vou dar-te dois
desejos”. A princesinha queria muitos desejos, razão que a levou a perguntar à
fada boa se não lhe dava mais do que dois desejos. Esta disse-lhe que não, só
lhe dava dois desejos e nada mais. A pequena princesa, inteligentemente
ambiciosa, pensou como, a partir daqueles dois desejos podia ter desejos
infindáveis e aceitou, dizendo que o primeiro seria o de ter um príncipe sem
que fosse obrigada a beijar um sapo e que o segundo era o de lhe ser concedido
mais dois desejos. A fada boa não teve outra alternativa do que cumprir com o
prometido. “Quero que o príncipe seja muito bonito” e de seguida pediu-lhe o
segundo desejo que mais não era, do que mais dois desejos. “Também quero que o
príncipe seja muito rico” e no segundo desejo, pediu mais dois desejos. A fada
concluiu que os desejos nunca mais acabavam. Enquanto isso, a princesa
continuava a nomear mais dois desejos. “Quero ter muitos filhos saudáveis com o
príncipe e depois quero mais dois desejos”…
Bem, o certo é que nós podemos igualmente agir de forma semelhante. Na
nossa mente mora a fada boa e é lá que nos devemos dirigir para pedirmos os
nossos desejos. Se soubermos pedir ou fizermos um pacto semelhante ao da
pequena princesa nunca mais os nossos desejos têm fim e, de concretização em
concretização ou de degrau em degrau, devemos deixar sempre em aberto a
possibilidade de alcançarmos a realização daquilo que desejamos e queremos para
a nossa vida. A concretização dos desejos obedece a determinadas regras. Entre
elas está a técnica dos porquês e a do como.
A dos porquês, leva-nos a questionar e a responder. Desta forma encontramos
soluções, de forma a ultrapassarmos certas barreiras que possam impedir a
concretização da satisfação dos desejos. A “do como?” sugere a escolha do
caminho ou da estratégia. Isto é, quando concluímos que de uma certa maneira
não satisfazemos os nossos desejos, devemos com o “como” e o “porquê” fazermos
sequências de perguntas até alcançarmos a essência das respostas.
Uma vez alcançado um desejo, devemos escolher mais dois desejos. Além de
termos em aberto outras satisfações, estamos permanentemente ocupados.
Sugiro que escreva num memorando todos os desejos já concretizados e os
dois imediatos que se propõe alcançar.
Nunca desista e, se são os seus desejos, eles têm que ser vistos sempre
como coisas boas, positivas e muito desejadas. Lembre-se igualmente que os dois
desejos referem-se à concretização de um desejo e abrir o caminho para mais
dois.
Seja qual for a idade do leitor, nunca considere que uma certa idade seja
uma barreira que impeça pedir à “fada boa” a satisfação dos desejos.
Há quem se reforme para ir passar os dias num banco de jardim a recordar
com os outros “coisas da vida” e quem programe a concretização de certos
desejos que foram limitados pelo tempo e pelo trabalho obrigatório ao longo da
vida.
Os segundos, além de não serem tocados pela corrosiva ferrugem, estão em
condições de viver e última etapa da vida com muito mais qualidade.
Os primeiros, embora estejam a concretizar um desejo, não deixam em aberto
a realização de mais desejos. É quase uma forma masoquista de sentir a espera
da eternidade, fazendo aquilo que pouco mais é do que faz o cão ou o gato:
Comer, comunicar e dormir, com mais algumas variantes pelo meio…
Os desejos não têm fim. Acredite na sua fada boa, procure ter um bom
relacionamento com ela e nunca deixe de lhe pedir mais um desejo!
PROF.HERRERO!!
1/03/2013
6/27/2012
5/20/2012
3/21/2012
35ºJANTAR DOS 13

EMENTA DO 35º JANTAR DOS 13
• PÃO BELORENTO;
• ENTRADAS variadas de répteis agoirentos;
• Sopa de patinhas de Aranhas Pretas;
• Marisco do Mar do morto;
• Carnes Variadas de Gato Preto e de mocho:
• Saladas mistas de coruja com mau-olhado;
• Sobremesas do Cemitério com baba de lesmas
• Café do Inferno;
• Vinhos: Sangue de Drácula e Mistela de Morcego
RESTAURANTE “PONTE ROMANA” – SILVES, 13/04/2012-PROF.HERRERO
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